A linha de frente da crise: Saúde e Segurança Pública

Nesta quinta-feira, dia 09.04.2020, às 20h teremos uma live no CidadãoSSP. Os debatedores Wagner Soares e Patricia Lima vão refletir se as agências de segurança e o sistema de saúde do Brasil estão preparados? Como reagiram esses serviços no mundo? Se não estão preparados, o que podem fazer para mitigar os danos?

Participantes

Patricia Soares de Lima

Médica pela UFAL. Capitã da Polícia Militar de Alagoas. Especialista em Políticas e Gestão em Segurança Pública e com MBA em Gerenciamento de Projetos. Pesquisadora do Grupo de Estudos Gênero e Educação Médica – Medicina/UFAL. Membro do Grupo de Estudos Estratégicos em Segurança Pública da Polícia Militar de Alagoas. Atuou em unidades de policiamento especializado, tais como Patrulhamento Tático (BPRp) e Operações Especiais (Bope), assim como possui experiência de campo em Inteligência Policial.

Contatos: pslima02@gmail.com
Currículo: http://lattes.cnpq.br/0388660055301429

Wagner Soares de Lima

Mestre em Ecologia Humana e Gestão Socioambiental (UNEB), Especialista em Gestão Pública (UFAL), Graduado em Administração (UFAL) e Segurança Pública (APMSAM/PMAL).  Pós-graduando em Psicologia Junguiana Clínica e graduando em Psicologia. Membro da Segurança Institucional da UFPE e capitão da reserva da Polícia Militar de Alagoas.

Contatos: wagner.soareslima@ufpe.br
Currículo:http://lattes.cnpq.br/9551866737323674

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Canal de transmissão

Ao vivo no Instagram: @cidadaossp
Disponível para assistir depois: https://www.youtube.com/c/CidadaoSSP

Parte 1

Parte 2


Pontos de reflexão:

  • As agências de segurança e o sistema de saúde do Brasil estão preparados?
  • Como reagiram esses serviços no mundo?
  • Se não estão preparados, o que podem fazer para mitigar os danos?

Aprenda – Precauções de higienne, desinfecção de objetos e viaturas
Entenda – Como podemos pensar em ações estratégicas nesse momento
Conheça – Os protocolos de corporações nacionais e internacionais


Cenário da data da Live

09 de abril de 2020 – Universidade de Medicina e Hospital John Hopkins

MUNDO– 1.579.690 casos | 94.807 mortes | 346.780 curas

BRASIL (painel Ministério da Saúde) – 15.927 casos | 800 mortes


Análise de Cenários – COVID-19 Panorama Mundial e Avaliação de Riscos, considerando o contexto Brasil Fundação José Luiz Egydio Setubal/ Sabará Hospital Infantil/ Instituto Pensi. A questão central não é a taxa de mortalidade da Covid-19 (que tem variado em valores nada desprezíveis de 3 a 4%), mas a velocidade com que a mesma gera pacientes graves levando os sistemas de saúde a receber uma demanda muito acima de sua capacidade de atendê-la adequadamente. O novo coronavirus possui capacidade de se decuplicar (multiplicar o total de casos por 10x) a cada 7,2 dias – em média.

Considerando as proporções de casos graves (10%) e críticos (5%), abaixo do relatado pela missão da OMS na China (2) (13,8% e 6,1%, respectivamente) e considerando tempos relativamente conservadores de internação destes casos (7 e 14 dias, respectivamente), o cenário Brasil pode chegar a precisar de cerca de 2100 leitos hospitalares, dos quais cerca de 525 em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), apenas nos primeiros 21 dias, após o caso de número 50.

Podemos observar que após 50 casos a evolução dos países passa a convergir, com padrões muito semelhantes de progressão do número total de casos confirmados.

Isso nos obriga ao seguinte questionamento: ao chegarmos a 50 casos no Brasil, qual será o padrão de evolução? Nos assemelharemos mais a países como Itália, França; como Alemanha, Coréia do Sul, ou nosso padrão será o de Hong Kong e Singapura?

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