Conjuntura Nacional: Brasil teve aumento de 42,5% de suicídios policiais entre 2017 e 2018

O suicídio entre policiais brasileiros, pela média de 2017 e 2018, chegou a uma taxa de 16,4 óbitos por 100 mil policiais, 3 vezes maior do que o suicídio na população geral.

O Blog Cidadão-SSP traz um estudo baseado na 13ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública (ABSP, 2019). O Anuário trouxe pela primeira vez um levantamento específico sobre suicídio policial. Trata-se de um levantamento dos suicídios consumados entre os policiais estaduais e distritais, civis e militares da ativa, nos anos de 2017 e de 2018.

Com base no Anuário Brasileiro de Segurança Pública, edição 13 (2019), 73 policiais estaduais ou distritais cometeram suicídio em 2017, enquanto em 2018 esse quantitativo foi de 104 óbitos. Configurando um aumento de 42,5% no número de suicídios policiais no Brasil, segundo o recorte analisado.

A variação entre os policiais militares foi de 53,8%, vindo a óbito 52 PM’s em 2017 e 80 em 2018. Na Polícia Civil, o aumento foi menos intenso, contabilizando 14,3%, entre 2017 (n = 21) e 2018 (n = 24), contudo a proporção do quantitativo absoluto de suicídios em relação aos efetivos policiais apresenta uma realidade mais dramática entre as agências policiais de natureza civil.

No quadro geral, as Unidades da Federação que mais se destacam na análise dos suicídios policiais foram:

  • Maior Taxa (em 2018): Alagoas (66,79 por 100 mil policiais)
  • Menor Taxa (em 2018): Rio de Janeiro (5,43 por 100 mil policiais)
  • Maior Número Absoluto (em 2018): São Paulo (30 óbitos)
  • Maior Alta (de 2017 para 2018): Distrito Federal (+ 300%)
  • Maior Queda (de 2017 para 2018): Rio de Janeiro (- 62,5%)

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Notas Metodológicas

Foi realizado um apanhado sobre os números relacionados ao tema, nos anos de 2017 e 2018. O Blog Cidadão-SSP usou para tanto os dados da planilha disponível em formato Excel no site do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Os dados da planilha refletem aqueles da Tabela 7, na página 47 do ABSP 2019.

O FBSP recebeu resposta das Secretarias de Estado de Segurança Pública ou Defesa Social e em alguns casos diretamente da agência policial ou de instâncias autônomas (em relação ao eixo operacional policial) tais como o Instituto de Segurança Pública (RJ) e a Ouvidoria de Polícia (SP).

Conforme FBSP, Anuário Brasileiro de Segurança Pública, ano 13, 2019. O levantamento está na Tabela 7, da página 47. Os dados usados neste Boletim são aqueles disponíveis na planilha de dados disponível em formato Excel

> Cabem algumas advertências sobre os dados aqui relacionados: (1) Ausência dos inativos; (2) Divergência em São Paulo e (3) Divergência na Paraíba.

Ausência dos inativos – Alguns pesquisadores independentes e com vínculo com as Corporações, sobretudo, dos sistemas de Assistência e Saúde próprios, poderão sentir a ausência de registro de eventos. Primeiramente, isso se deve ao fato de que algumas Corporações tratam o suicídio de inativos (aposentados) sem distinção aos da ativa. Nos estudos de cunho estatísticos, esses eventos são excluídos devido não se ter o total dos efetivos da reserva, reformados e aposentados.

Divergência em São Paulo – Publicação própria da Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo, em conjunto com Conselho Regional de Psicologia (CRP-SP), traz um dado divergente ao Anuário Brasileiro de Segurança Pública – 2019. A Ouvidoria apresenta 7 óbitos por autoflagelo entre policiais civis paulistas em 2017, enquanto o Anuário, expõe 10.

Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo . Uma análise crítica sobre o Suicídio Policial. São Paulo-SP, set. 2019. Disponível em: <http://www.ssp.sp.gov.br/ouvidoria/>.

Divergência na Paraíba – O Blog Cidadão-SSP teve acesso a um recorte da pesquisa de autoria do coronel Onivan Elias de Oliveira (PMPB) e do coronel da reserva José Walber Rufino Tavares (CBMPB). Os pesquisadores gentilmente apresentaram os números do suicídio policial militar na Paraíba, pesquisado em fonte primária. Nesse recorte específico, no ano de 2017, houve uma morte de policial militar da reserva e no ano de 2018, 03 mortes de militares da ativa. Segundo os oficiais, a apuração corrigida já foi informada às instâncias de comando.

>
Apesar das divergências, neste estudo, optou-se pelos valores do Anuário do FBSP.

As respostas refletem a realidade de 18 Estados respondentes mais o Distrito Federal, somando 19 Unidades da Federação (UF). Dessa forma o presente apanhado não considera os eventos ocorridos em 8 Estados, a saber:

  • Espírito Santos
  • Mato Grosso
  • Piauí
  • Rondônia
  • Rio Grande do Norte
  • Roraima
  • Sergipe
  • Tocantins

Cabe nota ao fato de que, mesmo tendo respondido, o Acre e o Amapá não tiveram registros de tal tipo de natureza. Já Alagoas e Ceará, só tiveram registro em 2018.

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Taxa de suicídio policial no Brasil (2017-2018)

Quando se divide o número de mortes autoprovocadas (suicídios) pelo efetivo policial total [1], dos 18 Estados e o DF, específicos da amostra analisada, chega-se a uma taxa de 13,53 por 100 mil (policiais) em 2017 e 19,28 por 100 mil (policiais) em 2018. Optou-se, neste estudo, pela taxa por 100 mil (policiais) pelo alinhamento com a taxa geralmente aplicada em contextos demográficos mais amplos como Estados, regiões e países [2].

[Nota 1] Efetivos policiais: conforme FBSP, Anuário Brasileiro de Segurança Pública, ano 10, 2016. Tabela 64, página 113. (Fonte original ESTADIC 2016 – IBGE)

[Nota 2] O Anuário 2019 do FBSP optou pela taxa de suicídio por 1.000 policiais.

Por exemplo, pode-se comparar essa taxa nacional de suicídio policial 19,28 por 100 mil (policiais) com os 5,67 por 100 mil habitantes, que é o cálculo atualizado da taxa nacional de suicídios no Brasil para o mesmo ano de 2018 [3]. É possível também comparar com a taxa geral nacional de suicídios divulgada pelo Ministério da Saúde, para 2016: 5,8 por 100 mil habitantes, com a notificação de 11.433 mortes [4].

Usando as duas taxas nacionais de suicídios, aqui apresentadas, isso significa que no Brasil, os policiais [5] são mais propensos ao suicídio entre 3,3 a 3,4 vezes mais que o restante da população.

[Nota 3] A taxa atualizada é um fruto deste estudo: considerou-se os dados do Sistema de Informações de Mortalidade e seu Painel de Monitoramento do Ministério da Saúde (CID10: X60-X84 Lesões autoprovocadas voluntariamente), já com os dados de 2018 e a população projetada/estimada para 1º de julho de 2018, feita pela versão do mesmo ano da Projeção Populacional do IBGE.

[Nota 4] A taxa do Ministério da Saúde parece usar a contagem intercensitária da população brasileira para 2012. Uma população menor, gera uma taxa de mortalidade maior.

[Nota 5] Policiais estaduais e distritais (civis e militares) das 19 Unidades da Federação da amostra do ABSP (quadro de suicídios). O destaque cabe a ausência dos números do policias da esfera federal, demais agentes de segurança pública dos Estados e dos municípios, assim como dos policiais aposentados.

Considerando que o suicídio tem dinâmica de um evento raro, apesar de seu aumento incremental sucessivo, é mais razoável fazer comparações relativas com a série histórica do que com apenas o quantitativo de um ano. Ao usar, portanto, a taxa média de suicídio policial no Brasil (16,40 mortes por 100 mil policiais) e as duas taxas nacionais de suicídios geral, aqui exploradas, chega-se a seguinte conclusão: entre 2017 e 2018, foi aproximadamente 3 vezes mais (2,8 a 2,9) propenso ao suicídio um policial no Brasil do que o restante da população.

 

Estados com o maior número de suicídios policiais

Quando consideramos apenas os números absolutos, é esperado que na lista figurem os maiores efetivos policiais. UF com grande efetivo e baixo número de suicídios ou UF com baixo efetivo e grande número de suicídios podem mostrar onde ocorrem dinâmicas estimuladoras ou depressoras da incidência do fenômeno em análise. Para tanto, precisa-se dos números dos efetivos [vide nota 5], da incidência quantitativa absoluta e a taxa de suicídio policial relativa ao efetivo.

Esta lista que segue, traz os 5 Estados com maior ocorrência de suicídio policial em valores absolutos. O Estado com maior número de policiais que teve mortes autoprovocadas foi São Paulo, com 30 casos em 2018. Em 2017, SP também detinha a primeira posição com 26 casos.

Todos os estudos quantitativos que envolvam a segurança pública paulista em comparação com as demais Unidades da Federação devem sempre considerar que, em São Paulo, o efetivo da Polícia Militar ainda inclui a contingente do Corpo de Bombeiros Militar. Apesar da ressalva, os números absolutos de São Paulo colocam as agências policiais daquele Estado, como aquelas onde mais policiais cometem o autoflagelo.

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Elaborado por Cidadão-SSP com dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, ano 13, 2019 • (1) Excluídos os seguintes Estados: ES, MT, PI, RO, RN, RR, SE, TO. (2) Taxa por 100 mil policiais.

As demais UF’s da lista tiveram total de suicídios policiais em 2018, na seguinte distribuição: Minas Gerais (14), Paraná (11), Distrito Federal (8), Rio Grande do Sul (7). Destaca-se que em 2017, a segunda posição era compartilhada entre Minas e Rio, com 8 eventos cada, os dois Estados têm respectivamente o 3º e 2º maior efetivo policial do Brasil.

Portanto, a ausência da segurança pública do Rio de Janeiro nesta lista chama a atenção, e a dinâmica do caso fluminense passa ser um marcador para a compreensão do que leva à queda do suicídio policial, já que em 2018, ocorreram 3 eventos.

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Taxas de suicídio policial por Unidade da Federação

As maiores taxas de suicídio policial são apresentadas (de forma díspare, no pico extremo mais elevado) por Alagoas, com 66,8 óbitos por 100 mil (policiais). Após o extremo superior da amostra, apresentam-se os números de 3 Estados, com taxa média de 42,4: Distrito Federal, com taxa de suicídio policial de 44,4; Paraná com 42,3 e Mato Grosso do Sul com 40,6, todas as taxas por 100 mil policiais.

Nesta lista chamam a atenção a presença reiterada de DF, PR e RS tanto aqui nas maiores taxas como lá nos maiores números absolutos. Assim como a presença de dois Estados com efetivos pequenos, como AL e MS.

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Elaborado por Cidadão-SSP com dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, ano 13, 2019 • (1) Excluídos os seguintes Estados: ES, MT, PI, RO, RN, RR, SE, TO. (2) Taxa por 100 mil policiais. (3) Policiais civis e militares da ativa .

No recorte, dos cinco Estados com maior taxa de suicídio policial, o quinto Estado não corresponde ao padrão dos demais, constituindo um extremo inferior, apenas deste recorte. O Rio Grande do Sul teve em 2018, uma taxa de 29,13 suicídios por 100 mil policiais.

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Exemplificando a situação da Polícia Civil

Cidadão-SSP tem acompanhado a conjuntura dos suicídios policiais tanto no Brasil como na Europa e nos Estados Unidos. Em todos os cenários, as agências policiais de natureza civil parecem sofrer um maior impacto deste específico risco psicossocial. A Polícia Federal brasileira e as polícias civis estaduais e distrital também acompanham essa tendência.

Escolheu-se para ilustração dessa situação, o Estado com a maior taxa de suicídio entre a categoria profissional estudada: Alagoas, com 66,8 mortes por 100 mil policiais em 2018. Considerando que o Estado de Alagoas, nesse mesmo ano de 2018, apresenta uma taxa geral de suicídio de 4,03 óbitos por 100 mil habitantes [vide Nota 3]; pode-se dizer que um policial alagoano é 16,5 vezes mais propenso ao suicídio do que o restante da população do Estado.

Mas ao separar os óbitos de militares e correlacionar com o tamanho da tropa da PM (usando dados do IBGE 2014) [vide Nota 1] : a taxa de suicídios entre policiais militares alagoanos em 2018 é 51,73 por 100 mil (policiais). A realidade da Polícia Civil é diferente, mesmo com apenas duas mortes em 2018, por ter um efetivo menor isso leva a uma taxa de 93,98 por 100 mil (policiais),

Nesse contexto, pode-se dizer que em 2018, um policial militar foi 12,8 vezes mais propenso ao suicídio do que um alagoano comum e, ainda mais gravoso, é o fato de que um policial civil em Alagoas, considerando apenas o ano de 2018, seria 23,3 vezes mais propenso ao autoflagelo de que o restante da população. Tal fato se repete para a maioria das demais polícias de natureza civil do país, incluindo a Polícia Civil e a Federal, em proporções não tão críticas quanto o caso alagoano. O Blog Cidadão-SSP está viabilizando tal tipo de estudo para com a Polícia Rodoviária Federal.

Variação do suicídio policial: onde aumentou ou diminuiu

Para representar as variações nas ocorrências de suicídios policiais, usou-se a variação nacional como ponto de comparação. Oito unidades da federação tiveram aumentos maiores do que a variação nominal do Brasil (+ 42,5%). Entre esses, os que tiveram maior alta, foram Distrito Federal (+ 300%), Maranhão (+ 200%) e Rio Grande do Sul (+ 133%).

Pernambuco e Bahia também tiveram aumentos relativos consideráveis, ambos com +100%, mas seu incremento absoluto refletiu alterações de 2 casos para 4, na Bahia e 1 caso para 2, em Pernambuco, de 2017 para 2018. O destaque entre esses dois Estados se dá ao fato de que tinham em 2017 taxas de suicídio policial no mesmo nível da taxa nacional geral, com esse “pequeno” incremento, passam a figurar na linha comum da atividade policial que é ter uma maior prevalência da morte autoprovocada em relação à população em geral. Fato similar pode-se dizer do Mato Grosso do Sul, que teve aumento de (+50%), porém com um diminuto efetivo, cada caso de suicídio reflete numa variação muito alta na taxa comparativa.

Três Estados, ainda tiveram aumento, mas abaixo da média nacional, foram Mina Gerais (+40%), Paraná (+37,5%) e São Paulo (+15,4). Dois Estados mantiveram o número de suicídios policiais estáveis: Goiás e Paraíba.

Cabe ressaltar, que existem possíveis contestações para os números da Paraíba, que parecem não somar os casos entre a PM [vide Notas Metodológicas].

No gráfico que se segue o mapa do Brasil está preenchido com uma escala de cores diferentes: Unidades da Federação com o preenchimento na cor verde representa onde houve aumento no número de suicídios; aqueles na cor roxa significa onde houve queda; na cor cinza clara é onde não houve variação; a cor cinza escuro são aqueles Estados que não responderam a pesquisa do FBSP. Alagoas e Ceará estão na cor verde escura pois tiveram um incremento que saiu da valor nulo para para 6 eventos em 2018, no caso de alagoano e 3 eventos no cearense.

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Possíveis correlações e hipóteses para estudos futuros

O que se pode apreender do recorte de Conjuntura Nacional baseado no Anuário 2019? Em meio à apresentação dos destaques em relação às maiores taxas, às maiores variações tudo isso proporcionalmente aos efetivos, algumas correlações foram percebidas, mas não plenamente verificadas. Discorre-se sobre elas abaixo:

  1. Em números absolutos, esperava-se a presença de SP, MG, RJ. Contrariamente à expectativa RJ não está na lista.
  2. Quando se fala das taxas de suicídio policial, AL tem um comportamento “errático”, desviante do padrão: 3,46 vezes maior que a taxa nacional. Enquanto que a segunda e terceira maior taxa (DF e PR) estão na casa entre 2,2 e 2,3 vezes maior que a taxa nacional de suicídio policial apenas do ano de 2018.
  3. DF, PR e RS são presenças constantes nas duas listas: tanto em maior número absoluto, como em maiores taxas. Nas maiores variações: DF e RS também figuram como estando num momento de alta acelerada. Enquanto o PR se comporta na escalada mais incremental discreta assim como as polícias de maior efetivo como SP e MG.

Mediante as constatações acima, alguns questionamentos podem ser formulados. São essas perguntas, que servirão no futuro como linha de condução para investigações mais aprofundadas:

  • Qual índice está tendo variação generalizada na mesma intensidade, seja no mesmo sentido de alta, ou inversamente, em queda, que reflita uma correlação com a alta generalizada de suicídios policiais?
  • Caso haja esse índice, qual o nível de correlação/dependência?
  • E nesse caso, Amazonas e Rio de Janeiro, sobretudo este último, estariam em comportamento de extremo inverso, figurando como exceções.
  • Nesta hipotética correlação, teria que ser visto o agrupamento em alguns pontos de similitude entre Paraná, Distrito Federal e Rio Grande do Sul. E, talvez, o Mato Grosso do Sul e o Maranhão surjam com parcial simetria a esses 3 anteriores.

Referências

  • FBSP, Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2019. Ano 13, São Paulo-SP, 2019. [Link]
  • FBSP, Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2016. Ano 10, São Paulo-SP, 2016. [Link]
  • IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa Perfil de Estados e Municípios Brasileiros (ESTADIC 2014), Rio de Janeiro-RJ, 2015. [Link]
  • Ministério da Saúde, BRASIL. Sistema de Informações de Mortalidade, Departamento de Informação e Análise Epidemiológica. Secretaria de Vigilância em Saúde, Painel de Monitoramento da Mortalidade CID-10. [Link]
  • Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo . Uma análise crítica sobre o Suicídio Policial. São Paulo-SP, set. 2019. Disponível em: <http://www.ssp.sp.gov.br/ouvidoria/>. [Link]

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Créditos

Coordenador do dossiê: Wagner Soares de Lima

Colaboradores:
Larissa Paes de Omena Soares
Onivan Elias de Oliveira
José Walber Rufino Tavares


Termo de Colaboração

O projeto “Suicídio Policial: dossiê do panorama mundial e nacional” está sob termo de colaboração mútua, você também pode participar da pesquisa: (1) Baixando os metadados disponíveis, elaborando uma análise específica e nos enviando para publicação. (2) Conferindo os dados apresentados e corrigindo-os, tendo essa contribuição mencionada. (3) Notificando evento ou notícia diretamente. (4) Outros meios de contribuição direta e indireta.

Como citar este post:

DE LIMA, Wagner S. (Coord.) Conjuntura Nacional: Brasil teve aumento de 42,5% de suicídios policiais entre 2017 e 2018. [On-line] Blog Cidadão-SSP. In: Suicídio Policial: dossiê do panorama mundial e nacional. Publicado em out. 2019. Disponível em <https://cidadaossp.com/dossie/suicidio-policial/conjuntura-nacional/>.


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